O piloto de Fórmula 1 Romain Grosjean que queimou as mãos no incêndio do carro que conduzia no Grande Prémio do Bahrein, apelou à FIA para elaborar mais estudos sobre as sequelas de fortes impactos no cérebro.
O piloto da equipa Haas perdeu os sentidos no acidente e ficou 27 segundos dentro do carro que se partiu ao meio. “Tenho sorte de estar vivo, falar e lembrar-me de tudo. Existem áreas no desporto motorizado que precisam ser mais estudadas. Uma delas é entender o que acontece ao cérebro. O que podemos fazer para melhorar o capacete, o encosto da cabeça?!”, indagou o corredor de nacionalidade franco-suíça.

































